"Meu Deus, me dá cinco anos. Me cura de ser grande!" (Adélia Prado)

11 maio 2006

Mundo possível

Não vou deixar essa fagulha insubstituível que arde dentro de mim nos pântanos da desesperança, do não-é-bem-isso, do ainda-não, do não-de-forma-alguma. Não quero, no futuro, que minha alma perceba a solitária frustração pela vida que eu merecia, mas que nunca fui capaz de alcançar.
O mundo que eu desejo pode ser tocado.
Ele existe.
É real.
...e possível.

1 Comments:

Anonymous Naira Dias said...

Amei essa aquarela.

terça-feira, 11 julho, 2006

 

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