"Meu Deus, me dá cinco anos. Me cura de ser grande!" (Adélia Prado)

26 fevereiro 2006

Desejo de morte

Decidi que quero morrer junto com o mês de fevereiro. Não essa morte conhecida e por tantas vezes temida. Quero morrer a morte dos versos de Elisa Lucinda (veja abaixo) e desta vez levar comigo os 50 textos desse blog, a euforia derradeira do carnaval, meu cansaço e o anel de possibilidades que, agora já não brilha mais como antes.

“A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
Que eu já tô ficando craque em ressurreição.
Bobeou eu tô morrendo
Na minha extrema pulsão
Na minha extrema-unção
Na minha extrema menção
de acordar vivo todo dia
Há dores que sinceramente eu não resolvo
sinceramente sucumbo
Há nós que não dissolvo
e me torno moribundo de doer daquele corte
do haver sangramento e forte
que vem no mesmo malote das coisas queridas
Vem dentro dos amores
dentro das perdas de coisas antes possuídas
dentro das alegrias havidas (...)

Elisa Lucinda

Minhas mentiras

Sim, a cada dia surge uma nova coleção de mentiras. As piores são aquelas que conto pra mim mesmo antes de dormir. Cochicho no escuro, dizendo que posso ser feliz assim. Que posso mudar isso e aquilo e tento me convencer que posso viver com meus pecados. Não é uma insônia. É algo que merece bem mais que um texto para ser explicado. Coisas das quais eu nunca estou disposto a falar.
Um erro da minha alma? Pode ser, mas prefiro chamar de inquietação.
Primeiro achei que escrever pudesse ser um acalanto para essa inquietação. Além de sossegar o espírito, colocar no papel os conflitos pessoais, poderia me ajudar a lidar com os meus “caranguejos internos”. Grande decepção! Decididamente meu cacoete é a autodestruição pela resignação.
Por que? Porque não consigo expressar o que sinto de verdade. Sou um fraco. Estou cansado de transpirar positivismo e perseverança enquando corre em minhas veias a tristeza, o medo, a raiva... E isso não pode ser bom. Não em momentos como esse.
Meus pensamentos andam muito rebeldes e avançados para o ritmo e condição quase convencional que venho tentando sustentar. Tentando é ótimo e péssimo. Mas é assim mesmo que me sinto: pensando e escrevendo coisas que jamais faria, dizendo coisas que jamais diria. Ando incontrolável! Mas em uma proporção decepcionante: penso, escrevo e falo ‘de montão’, faço e aconteço ‘de montinho’. É uma ansiedade tão angustiante que mal tenho conseguido dormir... Preciso encontrar o meu equilíbrio, apesar de estar gostando um pouco dessa fase “out of track”.
Enquanto isso, continuo aqui com minhas mentiras. Sim, todas as noites, antes de cair no sono, minto pra mim mesmo, na esperança louca de que, quando amanhecer, seja tudo verdade.

18 fevereiro 2006

Desconstruir certezas e abraçar dúvidas

A semana inteira espero que algo diferente aconteça. Espero uma surpresa, algo completamente inesperado que vai mudar minha vida de cabeça para baixo, uma emoção a mais... E nada! O que me aparece é isso: um sábado cinza. Lá fora um sol que não consegue iluminar ou aquecer aqui dentro. Um sábado solitário e virtual.
Que merda!
Em partes eu culpo essa falta de emoção à reserva que carrego em ser certinho demais, bonzinho demais, educado demais! Tudo demais é chato! Fato confirmado por esta minha aversão ferrenha a sentimentos explícitos – e perdoem-me aqueles que consideram este artifício necessário ou simplesmente válido para se conseguir uma vida mais agitada.
Talvez eu seja um destes limitados, do tipo que não se entrega e não faz do coração uma casa de putas. Mas hoje eu decidi trocar esse tom frio por um quente. Quero desconstruir todas as certezas para abraçar dúvidas (concordo com aqueles/as que realmente me conhecem, que tal decisão soa meio piegas e desmerecida). Não me importo!

Esse texto é pra enterrar – pelo menos hoje (e quem sabe esta semana e no carnaval) - todos os sentimentalismos baratos que ainda insistem em viver dentro de mim. Quero me tornar alguém fácil e leviano com ares de garoto de programa. Sem nenhuma postura, muito menos a de espera.

17 fevereiro 2006

Saudade e Memória e Saudade

“Palácio maravilhoso, caverna misteriosa, dentro da memória estão presentes os céus, a terra e o mar...Dentro dela eu me encontro comigo mesmo...”.
Santo Agostinho

Saudade: local onde minhas memórias podem ser descobertas!
Dia desses, inverto essa lógica.

Ficar para não desaparecer

Estou inquieto e me pergunto:
- É agora, neste instante, que eu devo decidir pra onde ir? Que eu devo acontecer? Eu sou feliz? E amanhã?

Nessa inquietude eu tento responder isso tudo de uma tacada só:
- Não quero riqueza, glória ou sabedoria máxima. Nunca me atraiu. Quero rir e, de certa forma, ter com que pagar. Quero desenhar. Não pretendo uma autobiografia e nem mesmo minhas memórias póstumas. Vida despretensiosa, sim. Um leve sorriso, uma certeza serena do mais simples. O conhecimento do elementar.

Existem pessoas que enxergam a felicidade como um fim, e não como um meio – o mais importante. Há também aquelas que são felizes hoje, e se arrependem por um amanhã tão mal planejado, tão errado. Eu sigo um meio termo de dar dó, mais ou menos feliz aqui para ser mais ou menos feliz ali. Hoje e amanhã...
Talvez seja por isso que eu não quero sair daqui. Tenho medo. Não quero sair deste quarto, deste apartamento, desta cidade, deste pijama, deste computador, deste silêncio. Recuso-me a sair deste texto.
Por hora, esta é minha única ambição: ficar para não desaparecer.

16 fevereiro 2006

Lista

Norah Jones
Niestchie
Detetive
Ruffles
A Bolsa Amarela
Fernando Meireles
Closer
Lasanha
Guaraná Antartica
Faber Castell
Kouros
Antes do Amanhecer
Scarlet Johanson
Sex and the City
Keane
Pamonha de sal
Eros
Garfield
Outlook
Amaro
Silêncio
CorelDraw
Nicole Kidman
Akira Kurosawa
Trident de tutti-frutti
Setor Universitário
Nokia
Charlie Kaufman
Rubem Alves
Jeans
Corneto
Adélia Prado
Rufus Wainwright
Biscoito de queijo
Smallville
Tinta acrílica
Pablo Picasso
Papel Kraft
Evangelho de Marcos
Simbologia
Frida Kahlo
Cinema
Beijo demorado
Anos 80
Livro antigo
Comer
Perfil
Xilogravura
Vitrine
Regina Casé
Paciência
Revista Trip
Andrew Lloyd Weber
China in box
Trebuchet
Chico Bento
Natura
Walter Salles
Marisa Monte
iPod
Limonada suíça
História da Arte
Chile
Mark Ruffalo
Adji
Preto
Hans Zimmer
Água com gás
Eu

14 fevereiro 2006

Terceira e única!

Em toda a minha existência eu só conheci três Jaciaras: A primeira vive na minha cidadezinha natal e é por natureza uma moça desenxabida e sem graça. A segunda, pra ser sincero, eu não conheço assim de conversar. Só de vista. Parece gente boa! Não sei ao certo e por isso não posso dizer muito a respeito. E a terceira é, por excelência, a Jaciara das Jaciaras - perdoem-me as outras que porventura lerem este texto – mas a Jaciara número 3 é única.
Explico o porquê:
1. Que outra Jaciara fala com a mesma propriedade dos conflitos do Oriente Médio e de tudo o que acontece no Big Brother Brasil?
2. Que outra Jaciara se veste como bem entende sem se importar com convenções ou opiniões alheias quando na verdade o que importa mesmo é o frio danado que sente a ponto de vestir blazer preto com cachecol colorido em festa junina?
3. Que outra Jaciara carrega na bolsa, que cabe de tudo, remédios pra todas as doenças que ela pensa que tem e baralhos e livros místicos de bruxarias que ela pensa que faz?
4. Que outra Jaciara se dá ao trabalho de prestar atenção nas letras da Banda Calypso para depois citá-las e ao mesmo tempo te indicar livros do Moacir Scliar?
5. Que outra Jaciara gosta das mesmas músicas e tem os mesmos T.O.C’s que eu?
Não, não há outra Jaciara igual. Isso eu só percebi um tempo depois de conhecê-la (comigo isso é uma constante). Figura fácil nos eventos da CAJU, ela sempre vive rodeada de muita gente. Ela consegue a proeza de ter a confiança de todos/as porque com suas pseudobruxarias sabe do destino de todo mundo. Inclusive o meu. Já leu minha mão, descobriu meu número da sorte, jogou tarô e pelo meu tipo sanguíneo soube me definir Tim-tim por Tim-tim. Somos amigos daqueles que quando se vêem tem mil assuntos pra colocar em dia mesmo tendo se visto no dia anterior.
Nossas diferenças de personalidade revelam o quanto temos almas semelhantes. Nossa amizade é tão gostosa que as pessoas que nos cercam vivem morrendo de vontade de provar desse delicioso sentimento de cumplicidade.
A gente até poderia deixar né Jaciara? Mas não fazemos questão.
Morram de inveja! Rssssss....

12 fevereiro 2006

Números confidenciais

Dia 03. Mês 12. 2005. Sétimo dia da semana.
Oito minutos e vinte e três segundos.
68 dias.

09 fevereiro 2006

Nuances eternas

O texto abaixo não é meu.
Mas fala de mim e mostra nas entrelinhas um sentimento intenso de uma amizade daquelas que vão além das distâncias, das restrições impostas por imprevistos e inconstâncias. O texto revela muitas de minhas nuances vistas pelos olhos de um amigo especial. Nele posso enxergar paralelos que mostram o quanto evoluímos nestes quase 7 anos de amizade pura e sincera. A sensibilidade velada me tocou a alma e por isso resolvi partilhar com todos/as.
Pra você, Fernando, não tenho muito a dizer. Que ironia não? Diante da beleza do seu texto, minhas palavras fogem enlouquecidas, pois não dão conta do recado. Não consigo dizer muito, só sentir.
O que sinto agora é que a eternidade que todos/as almejamos você já alcançou!

Obrigado por me ajudar a variar minha paleta de cores.

Senhoras e senhores!
Com vocês: Eu, por Fernando Lage:

"Senhor da camiseta cor-de rosa customizada

e tênis All Star"

"Lembro-me bem de como começou... Era um ensaio de uma peça teatral no início do ano de 1999. Fui chamado para ajudar no grupo, o qual precisava de muitas pessoas. Seria uma apresentação gigantesca. Na época, eu era uma pessoa muito difícil (não que deixei de sê-la). Sempre estava sozinho e o teatro foi uma valiosa forma de inserção a um grupo e conquistar novas amizades. Foi nesta ocasião que eu o conheci. Aquela pessoa que ficava sempre lá no canto, quase transparente, não cheirou, nem fedeu a princípio.

Com o passar do tempo ele se revelou, em suas atitudes, uma pessoa em nuances de bege e verde pálido: sempre articulado e organizado. Porém muito reservado. Era sempre um porto seguro que tudo sabia e tudo fazia nos bastidores. Boa pessoa para conversar. E o melhor: sempre me levava a sério. Eram muitas as afinidades. Gostávamos das mesmas coisas. Eis que descobri, certa vez que fui a sua casa e vi umas pastas com desenhos, que toda aquela palidez escondia uma profusão de cores, que vez em quanto era posta pra fora por meio de sua arte. De colegas a amigos, não sei como foi a evolução. Só sei que os laços naturalmente foram se estreitando. Papos intermináveis em sua casa. Risos, conversas, confidências. Um irmão mais velho que sempre me ajudou.
Alguém que permaneceu.
Hoje é tão legal ver o quanto nós mudamos e mesmo assim estamos firmes na amizade. Vejo-o hoje com cores mais berrantes. Sua arte explode em nuances de vermelho da paixão e da gula, laranja de seu senso pollyanna, amarelo do sol que ilumina sua criatividade, verde da possibilidade de um dia melhor, azul do mar de possibilidades possíveis, anil de frescor e vivacidade, da mistura da razão com a criatividade e o violeta de sua constante placidez e serenidade. Sua vida é mais bela. Vive cada dia. Hoje é um exemplo a ser seguido por mim. Ele é uma continuidade sem fim de círculos coloridos entrelaçados. Espero um dia que eu possa substituir um pouco de minha “quadradeza” e traços retos pela sensibilidade de seus contornos."

Bendita Carta

Hoje amanheci com vontade de escrever carta (mais do que de receber). Mas não queria escrever carta pra ninguém muito íntimo. Minha vontade era que o destinatário fosse só um conhecido. Matutei por um tempo e de repente Deus me pareceu uma escolha óbvia.

Entre tantos questionamentos que eu me faço, achei que seria uma boa hora pra esclarecê-los. Então lá estava eu, pronto para ter uma conversa de criatura para criador.
Imediatamente peguei lápis e papel – nada de computador desta vez (com Ele tudo tem que soar da forma mais natural possível) – e comecei a escrever (com perdão do trocadilho) a bendita cartinha, a primeira para um destinatário tão influente.

Exercitando o lado b de uma descrença crônica e fazendo uso de minha letra rebuscada, em poucas palavras expliquei tudo o que eu amava e tudo o que eu odiava em sua criação. Entre reclamações e elogios, preferi deixar as grandes questões existenciais de lado. Não iria aborrecê-lo com isso (Ele nunca responderia mesmo). No lugar do trivial, agradeci por eu ser quem eu sou, por saber desenhar, mas reclamei por não tê-lo conhecido melhor antes. Quis saber se algum dia eu chegarei a tocar algum instrumento (violão não vale!). Perguntei também porque os meus temores são como são e se as pessoas que representam o/s meu/s objetos de desejos se empolgariam se eu lhes escrevesse uma carta também. Em uma pequena observação mandei um forte abraço ao seu Filho mais ilustre e, por fim, ainda sobrou tempo para uma última pergunta: “O Demônio existe?”.

Dobrei o papel cuidadosamente e guardei-o dentro do envelope onde escrevi “Para Deus – Endereço: Céu”. Achei que isso bastaria. Quanto ao remetente, preferi deixar em branco, afinal ele é onisciente. A única dúvida era como eu faria para que a carta chegasse até sua caixa postal. Não queria passar por ridículo entrando em uma agência de correios e, mesmo que fosse possível, sairia muito dispendioso. Imagine quantos selos seriam necessários para que a carta fosse entregue em seu destino?

Foi aí eu tive uma idéia. Achei por bem queimar a carta. É claro que todas as letras se transformariam em fumaça e chegariam até Ele. E assim foi feito. Queimei-a ao ar livre e a fumaça subiu calmamente em direção do céu (como uma oferta de incenso). A carta queimou por completo não restou nem mesmo uma cinzinha básica. Tudo virou fumaça, dissipando-se pro alto.
Duvido que Deus não tenha recebido minha carta.
Agora eu continuo por aqui, a espera de uma resposta.

Inconstância


Estou aqui de novo.
Ir, voltar, cansar, sentir falta, ceder, desistir, sumir, tantas vezes, sempre assim, pois é: bendito o dia quando me dei conta dessa (feliz) inconstância.

Crise de Choro

Ontem eu chorei. E eu nem ao menos consigo lembrar da última vez em que havia chorado daquele jeito. Lágrimas me escapam com freqüência, mas eu quase nunca choro pra valer. Não é uma escolha consciente, algo que faça baseado em besteiras do tipo “homem não chora” e outros tabus. Contudo, eu até vivencio certas angústias que merecem algumas lágrimas. O adjetivo “emotivo” me cabe e, ainda assim, eu continuo chorando pra valer com a mesma freqüência dos eclipses solares.
Todavia, o estopim de minha crise de choro ontem foi a angustia de mais uma madrugada às claras depois de ver pela segunda vez um filme que abalou minhas estruturas na sexta-feira. Desde então eu não fui tocado e sim possuído por uma rara inquietação que revirou minhas entranhas...
Já estava tarde. Eu teria de acordar às 6:45 da manhã para mais um dia de trabalho. De repente, com um movimento brusco me sentei na cama e desatei num choro descontrolado. Fui invadido por um sentimento doído, como se o último vínculo que eu tinha com minha infância estivesse para ser enterrado em poucas horas; Como se tudo que eu fui e sou estivesse com um prazo de validade etiquetado em um idioma por mim incompreensível. Chorei por antecipação por tudo o que eu não vivi e por tudo o que não vou viver. Pelo medo de ficar só. De terminar apenas meio e não inteiro.
As lágrimas me venceram, e pensei: choro quando não consigo mais racionalizar a minha dor, seja por insuficiência da própria razão, seja por entregar as armas cansado demais para lutar com esta minha teimosia. Muito das minhas dores acabo parcelando em textos, conversas interiores e outros escapismos. Se a coisa toda for muito bem distribuída, o choro se perde no limbo das tristezas (uau! Falei difícil agora). O resto é liberado em lágrimas, raras, mas explosivas. E é justamente por isso que eu possuo crises de choro. Crises! Não é algo que eu consiga pressentir como a grande maioria. Isso deve ser um reflexo de como eu lido com tais situações. Se eu não consigo racionalizar algo, eu choro.
“Preciso chorar mais”.
Vixi! Como essa frase soa piegas. Ocorreu-me agora que isso não deve ser algo que se trace como meta. Ontem eu chorei porque, dentre as milhões de palavras e sentimentos existentes do mundo, eu não fui capaz de encontrar um sequer que pudesse me servir de consolo. Eu que sempre esperto, com tantos discursos lógicos, não construí argumentos convincentes o suficiente para me impedir de concluir certas verdades sobre mim mesmo e minha vida.
Há de ser bom, de alguma forma, saber que chorar pode ser uma resposta válida para questões aparentemente sem alternativas. E sendo assim aceito com um certo alívio o fato de que absolutamente nada está sob o meu controle, seja essa coisa, uma nave espacial ou um pingo de aquarela sobre o papel.

06 fevereiro 2006

Objeto de desejo

Um livro com uma posição diferente para cada dia do ano (vem ainda com uma ilustração de bônus caso o ano seja bissexto). Cada posição vem devidamente ilustrada e acompanhada de comentários como lista de possíveis efeitos colaterais (como câimbras), calorias (para cada um dos envolvidos) e equipamentos recomendados (de estetoscópio a chapéu de caubói). E, como todo manual que se preze, vem com um espaço para sua nota e seus comentários. Divertido e informativo.
Hummmmm, qual será a sugestão de hoje?

05 fevereiro 2006

Passatempo

Vi num blog, que tinha copiado de outro, que imitou a Dani, que eu não sei quem é, mas como gostei, então vou copiar também, com algumas adaptações:

a) Quatro empregos que você já teve:
1. Vendedor em loja de tecidos (um desastre!)
2. Professor (comecei odiando e terminei adorando)
3. Calígrafo (escrevendo com pena cerca de 120 convites por dia)
4. Ilustrador (minha grande paixão!)

b) Quatro filmes que você poderia assistir de novo, de novo e de novo:
1. Antes do amanhecer
2. Amnésia
3. Grandes esperanças
4. O Rei Leão

c) Quatro lugares em que você morou:
1. Lagolândia (Terra de Santa Dica)
2. Goianésia (apaga da memória)
3. Goiânia (ô cidade boa)
4. fico devendo porque Pirenópolis não conta!

d) Quatro programas de TV que você adora assistir:
1. Saia Justa
2. Premiações do tipo: Oscar, Globo de ouro, etc…
3. Smallville
4. A pregação da Bispa Sônia (é muito engraçado!)

e) Quatro lugares em que você já esteve de férias:
1. São Paulo (para visitar milhões de museus e ir a sebos incríveis)
2. Roma (a viagem dos sonhos)
3. Salvador (pra ficar em uma ilha, hospedado em uma casa em que o mar é o quintal)
4. Lagolândia (pra rever gente que há muito tempo não via)

f) Quatro revistas que você lê sempre:
1. Trip
2. Tpm
3. Set (tenho todas desde 1995)
4. O Homem-Aranha

g) Quatro de suas comidas favoritas:
1. Pseudo-salada (do Mr. Salada. Hummmm!)
2. Feijão
3. Batata frita
4. Vale chocolate?

h) Quatro lugares em que você preferiria estar agora:
1. Em casa, deitado, ouvindo a chuva e lendo Harry Potter
2. No escurinho do cinema
3. No meu quarto com alguém especial
4. Em Florianópolis (pra conhecer)

i) Quatro discos sem os quais você não pode viver (hoje):
1. Come away with me, Norah Jones
2. Memórias, crônicas e declarações de amor, Marisa Monte
3. Trilha sonora do Filme “O Jardineiro Fiel”
4. Poses, Rufus Wainwright

j) Quatro livros que você recomenda com freqüência:
1. O amor que acende a lua, Rubem Alves
2. A bolsa amarela, Lygia Bojunga
3. Anjos e demônios, Dan Brown
4. Os diários de Sylvia Plath


OBS.: Acabei de concluir que esta lista é meio mutante, só de reler já deu vontade de mudar um monte de coisas. Talvez por isso seja legal esse registro pra poder daqui a um tempo retornar... É meio bobo, mas é gostoso fazer isso! Quem se aventurar a fazer a sua própria lista manda pra eu conferir!